ACARAÚ SEM TERMINAL RODOVIÁRIO, ATÉ QUANDO?

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terça-feira, 24 de abril de 2012

CPI DO CACHOEIRA: Deputados federais cearenses votados em Acaraú, justificam falta de assinatura



O site Congresso em Foco divulgou uma relação dos parlamentares que não assinaram a CPMI do Cachoeira. No total, nove senadores e 117 deputados federais não endossaram essa Comissão Parlamentar de Inquérito, a ser instalada nesta semana.
Entre os cearenses estão o senador Eunício Oliveira (PMDB) e os deputados federais Anibal Gomes (PMDB), José Arnon (PTB), Eudes Xavier (PT), José Linhares (PP), Manuel Salviano (PSD), Mauro Benevides (PMDB) e Vicente Arruda (PR).
Com relação aos deputados votados em Acaraú, Aníbal Gomes (PMDB) e Eudes Xavier (PT), ambos tem suas ausências justificadas. O deputado Eudes Xavier (PT), enviou para o Blog nota explicando o porquê de não ter assinado a CPMI do Cachoeira, que em resumo justifica sua ausência devido, na última semana, por motivos de saúde de sua mãe, que foi submetida recentemente, em Fortaleza, a uma complexa cirurgia. "Por esse motivo, não tive a oportunidade de assinar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que abre as investigações de possíveis irregularidades envolvendo Carlinhos Cachoeira, parlamentares e empresários", diz o deputado em nota.
Já o Deputado Aníbal Gomes (PMDB), que esteve ausente de suas funções parlamentares desde o dia 28 de Fevereiro, quando pediu licença para tratamento de saúde devido a um problema em sua coluna cervical, onde acabou tendo de realizar uma intervenção cirúrgica para solucionar o dano, ainda continua em acompanhamento médico.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

ANÍBAL GOMES: Deputado foi operado em São Paulo



O Deputado Federal Aníbal Gomes (PMDB) foi operado ontem, terça-feira (28) na capital paulista, São Paulo. O representante Acarauense na câmara federal teve de tirar um calo ósseo na coluna, que causava um certo desconforto e quase não o deixava caminhar.


Com informações do Blog do Macário Batista

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

ADOENTADO: Deputado Aníbal Gomes passará por cirurgia na coluna


O deputado federal Anibal Gomes(PMDB) está em São Paulo para ser submetido a uma cirurgia de coluna. Este blog apurou que Anibal teve diagnosticado um calo ósseo entre vértebras. Vai retira-lo. Corria o risco de paraplegia temporária. Ultimamente Aníbal Gomes ia a compromissos de trabalho ou sociais e ficava muito pouco tempo de pé face as dores que sentia.

Com informações do Blog do Macário Batista

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

POLITICA: Deputado Anibal Gomes diz esta torcendo por nova direção do DNOCS


O deputado federal Anibal Gomes (PMDB) disse ontem, terça-feira (31), estar torcendo para que Ramon Rodrigues se efetive no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocse faça um bom trabalho principalmente voltado para a modernização dos perímetros irrigados do Nordeste e, em especial, o Baixo Acaraú no Ceará.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

POLITICA: Deputado Anibal Gomes reconhece influência do governador de Pernambuco



O deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) foi duro com o PT no episódio envolvendo o ministro Fernando Bezerra. “Não vai acontecer nada com o Fernando Bezerra. O governador de Pernambuco é cabra macho, tem coragem, eu conheço”.
Aníbal Gomes tem razão, a presidente Dilma Rousseff nem deu bola para os bastidores e denúncias envolvendo o ministro pernambucano.
O governador de Pernambuco, foi duro. “Tudo que foi decidido no ministério e foi liberado teve o aval da presidente Dilma”, quem fala assim tem poder e influência.

DEPUTADO DEFENDE MINISTRO


deputado federal Aníbal Ferreira Gomes (PMDB) disse ao jornal O Estado, no Aeroporto Internacional Pinto Martins, que as denúncias contra o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, são eleitorais. “A oposição, que cada vez mais diminuída, quer aparecer senão corre o risco de desaparecer até a realização do próximo pleito”, disse, completando que seu trabalho está incomodando os oposicionistas.

Aníbal afirma que o ministro possui responsabilidade. Isso, segundo ele, vem sendo provado desde o início do governo Dilma Rousseff, porém, a oposição está sempre tentando distorcer a realidade, numa tentativa “desesperada” de se manter pelo menos no atual momento político.

As denúncias revelam que, em obras iniciadas em 2011, o Estado de Pernambuco concentrou 90% dos gastos do Ministério destinados à prevenção e preparação de desastres naturais, segundo levantamento da organização não-governamental Contas Abertas com base em dados do Tesouro Nacional. Além disso, Bezerra é suspeito de omissão na distribuição de verba pública e nepotismo.

Apesar das informações, o deputado acredita que o ministro está agindo corretamente, pois tem demonstrado interesse em esclarecer todas as denúncias, inclusive para membros aliados. Para ele, os oposicionistas querem derrubá-lo com calúnias.

O peemedebista acrescenta ainda que, nas enchentes ocorridas em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santos, o ministro tem discutido e apontado medidas, dentro das possibilidades, para recuperar as cidades atingidas, assim como sugestões para amenizar os desastres naturais ocorridos em outras regiões.

BANCADA CEARENSE

Indagado sobre mudança na coordenação da bancada federal, Aníbal afirmou que o deputado Arnon Bezerra tem feito bom trabalho e, portanto, deve manter-se no cargo. “Estou satisfeito com o trabalho do deputado Arnon. Não vejo, porém, razão para que fique fora do cargo no exercício deste ano”, disse, acrescentando que o parlamentar tem honrado os compromissos, além de sempre manter a bancada informada sobre qualquer providência adotada.

Segundo ele, Arnon só não desenvolve um trabalho melhor, porque alguns parlamentares têm trabalhado individualmente. “Se a bancada possui um coordenador, então, somente, ele, depois de combinar com o grupo, tem a prerrogativa de atuar na liberação de recursos para o Estado”, censura.

Recentemente, o deputado José Nobre Guimarães (PT) conseguiu liberar uma emenda de R$ 19 milhões em favor da Prefeitura de Fortaleza, sem antes mesmo de chegar ao conhecimento de Arnon Bezerra. A equipe, inclusive, tentou conversar com o petista, mas, até o final desta edição, o seu celular encontrava-se desligado. 

De Tarcisio Colares, do pessoal do blog no Aeroporto Pinto Martins.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

ELEIÇÕES 2012: Dep. Anibal Gomes quer o Senador Eunício Oliveira para candidato a prefeito de Fortaleza


O PMDB deve avaliar a hipótese de ter candidato a prefeito de Fortaleza em 2012, até porque o pleito será de segundo turno. Quem pensa assim é o deputado federal Anibal Gomes, que vai mais longe.
Para ele, o melhor nome do PMDB para disputar a Prefeitura de Fortaleza é o do presidente regional do partido, o senador Eunício Oliveira.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

GOVERNO DILMA: Não acredito que seja hora de uma reforma ministerial, avalia deputado Anibal Gomes

 
A presidente Dilma Rousseff (PT) poderá ser obrigada a antecipar a reforma ministerial, prevista para o fim do ano, devido às contínuas denúncias contra os integrantes do seu governo. Três ministros já caíram, outros oito estão na "berlinda" e a reforma, que estava prevista para o final de 2011 ou início de 2012, com as possíveis saídas de ministros para a disputa nas eleições municipais do ano que vem, deve ser antecipada em no mínimo quatro meses.

Esta é a opinião de parlamentares e cientistas políticos em Brasília. A avaliação é de que a atual crise no governo e a queda de popularidade da presidente Dilma é resultado de uma "herança maldita" deixada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Eu acho que a reforma ministerial já estava nos planos mais ou menos na virada do ano. No fim do ano ela se livraria da herança maldita do ex-presidente Lula, com ministros de baixo desempenho e alguns com denúncias pesando contra eles. Agora passou do ponto e está fugindo do controle da presidente. Ela está sendo levada a fazer a reforma tocada pela Polícia e por ações que fogem do seu controle", avaliou o cientista político Paulo Kramer, professor da Universidade de Brasília (UnB).

Segundo ele, esta crise está tornando a presidente cada dia mais "refém" do seu antecessor. "Devemos lembrar que a presidente não tem um histórico político. Ela não tem a quem recorrer e isso a torna ainda mais dependente do ex-presidente Lula". Kramer considera que pegou mal para Dilma sua reação contra a ação da Polícia Federal no caso do Ministério do Turismo. "Não ficou claro se a presidente se indignou com a ação da Polícia, que foi ostensiva e usou algemas, ou se ela ficou descontente por ter pedido o controle da ação o que causou desgaste com sua base política".

Bancada

Apesar de ser esperada pela maioria dos atores do cenário político da Capital Federal, para a bancada cearense, constituída em sua grande maioria por parlamentares governistas, a reforma ministerial não é necessária e a imagem da presidente Dilma não está desgastada pelos escândalos.

Segundo o deputado Danilo Forte (PMDB-CE) a queda da aprovação ao governo Dilma, apontada na pesquisa CNI/Ibope, divulgada na última semana, se deve principalmente ao arrocho econômico imposto pela presidente desde o início de seu mandato.

"Eu acho que a reserva corresponde muito mais à questão econômica. A opção pelo arrocho fiscal. A opção por segurar as liberações orçamentárias. A diminuição dos investimentos do governo federal desencadearam a paralisação de setores importantes da economia, gerando desemprego", diz.

Segundo Danilo, os problemas do governo decorrem mais da questão econômica do que política, "mas é lógico que a turbulência com a troca de ministros também causou impacto, mas para o povão mesmo o problema foram as medidas econômicas", observa.

Para o deputado Anibal Gomes (PMDB-CE) "é triste saber o que está havendo. Este problema, se tem corrupção, irregularidade, tem que ser apurado. Mas eu vejo um exagero em todas as denúncias. Na questão do Turismo, por exemplo, deve ter no máximo uns seis culpados, o que não representa todo mundo do Ministério, mas depois destas denúncias fica difícil uma pessoa se reerguer," avalia.

Aníbal entende que a "corrupção e irregularidades acontecem em qualquer lugar do mundo" e não é isso que vai desestabilizar o governo da presidente Dilma.

Herança maldita
Já para o deputado de oposição, Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) a presidente vive a crise, reflexo da já falada herança maldita. "Queira ou não a presidente tem seus ministros atrelados ao ex-presidente Lula e ao PMDB. A presidente faz um governo engessado. São poucas as suas escolhas pessoais. Ela não teve e não tem liberdade para governar", afirmou Raimundo Gomes de Matos.

O deputado tucano concorda com Danilo Forte que o arrocho econômico é a pior herança do governo Lula. "Herança maldita, é exatamente assim que eu classifico a situação, e o que é pior, não podemos esquecer que a presidente fez parte do governo anterior. Ela não pode culpar o antigo governo, afinal era a ´mãe´ dele. Se é uma herança maldita, ela é tão responsável quanto Lula. E a prova de que era maldita foi o corte que ela teve que promover, de R$ 50 bilhões logo no início do governo. Se fosse uma herança bendita estaria tudo bem e ela não teria que promover cortes e ajustes. Fica a dúvida se ela vai ou não romper com o passado, com o PT e o PMDB para poder governar".

Sobre a reforma ministerial, Raimundo Gomes de Matos diz que ela não pode mais ser adiada. "A presidente tem que fazer uma reforma para tocar os projetos e para o Brasil andar. Já está provado que o governo gasta muito e gasta errado. O que me preocupa é que, antes da reforma, acho que muita coisa ainda não surgiu e ainda vai surgir e a gente não sabe o que é".

Anibal Gomes rebate veementemente a tese de uma reforma ministerial. "Não acredito que seja hora de uma reforma ministerial, nem pequena, nem ampla. Não vamos esquecer que a presidente já mexeu em três ministérios e o último foi o da Defesa. Ela tem que mexer nos órgãos e pastas que estão dando problemas, mas tem que dar oportunidade de defesa. Todos os acusados têm que ter o direito de se defender, e uma reforma ministerial não daria esta oportunidade, por isto para mim esta não é hora de uma reforma."

Tranquilidade
"Não é hora de reforma. O governo tem que continuar trabalhando normalmente. O ex-ministro Alfredo Nascimento (Transportes) não foi demitido. Ele pediu para sair, para voltar para o Senado e se defender com maior liberdade. O governo tem que ter tranquilidade. Não vejo necessidade de reforma ministerial", afirmou o deputado José Airton (PT-CE), para quem algumas das denúncias não têm fundamento. "Muitas denúncias são totalmente sem fundamentação". Este é um governo que não compactua com ilicitudes".

Estabilidade
"Não são as denúncias que vão desestabilizar o governo da presidente Dilma"Aníbal Gomes
Deputado federal pelo PMDB

AVALIAÇÃO
Continuidade já era esperada

Brasília. Quando Dilma Rousseff assumiu a Presidência da República em janeiro deste ano, já era esperada uma certa continuidade do governo com relação ao anterior, agora, oito meses depois, a presidente já afastou três ministros, dois deles envolvidos em escândalos.

Alfredo Nascimento (PR-AM), já havia sido ministro dos Transportes no governo Lula e reassumiu o cargo em janeiro deste ano a pedido da presidente. Em julho, a revista "Veja" publicou matéria sobre um esquema de propina que estaria acontecendo no Ministério, o ministro negou ter sido conivente com o caso, e, por decisão da presidente Dilma, afastou seu chefe de gabinete, seu assessor de gabinete e o Diretor-Geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit).

Entretanto, no mesmo período foi constatado que o filho de Nascimento, Gustavo Pereira, teve seu patrimônio aumentado em 86.500% no período de 2009 a 2010. Nascimento pediu demissão como ministro e reassumiu o mandato de senador e a presidência do PR.

Antonio Palocci (PT-SP) foi vereador, deputado estadual, prefeito, deputado federal e também ministro no governo Lula. Palocci, que nunca perdeu uma eleição, mas que também só terminou um mandato, o de prefeito em Ribeirão Preto, chegou a ser cotado como possível candidato ao governo de São Paulo, porém acabou assumindo a coordenação de campanha de Dilma, por insistência de Lula.

Mensalão
Em 2005 Palocci foi envolvido nas denúncias sobre o Mensalão e sobre corrupção durante seu mandato de prefeito de Ribeirão Preto, sua situação acabou tornando-se insustentável e foi demitido pelo ex-presidente Lula. Palocci voltou ao governo esse ano como ministro-chefe da Casa Civil.

O terceiro ministro a cair foi Nelson Jobim. O afastamento dele do Ministério da Defesa, entretanto, foi por motivo diferente dos outros dois ministros e ocorreu após ele ter classificado como "fraquinha" a ministra das Relações Institucionais, petista Ideli Salvatti e ter dito que a ministrachefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman "sequer conhece Brasília"´.

Enriquecimento
86 mil por cento foi o aumento do patrimônio de Gustavo Pereira, filho do ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento, verificado no período entre 2009 a 2010

PRESSÃO
Governo enfrenta sua pior crise

O governo enfrenta no momento sua pior crise, com oito ministérios e vários órgãos sendo acusados de corrupção, ineficiência, dentre outras denúncias graves. Três ministros caíram e oito estão sob fogo pesado, ataques esses que não estão vindo apenas da oposição, mas também de alguns aliados descontentes.

Paulo Sérgio Passos (PR), ministro dos Transportes, ocupou a pasta durante o governo Lula e voltou agora após a queda de Alfredo Nascimento. Entretanto, isso não agradou o próprio partido, que cada vez mais distancia-se da base governista e já chegou a levantar a hipótese de desfiliação de Passos, que alguns acusam de ter incentivado, e muito, a "limpeza" no Ministério que acabou derrubando o ministro anterior, que também era do PR.

Mario Negromonte (PP), ministro das Cidades defendeu na Comissão de Desenvolvimento Urbano(CDU), na quarta-feira (10), sua pasta das acusações de irregularidades nas licitações de contratos. Segundo o ministro, as doações ao seu partido estão dentro da legalidade e explicou também que a pasta não licita obras nem faz contratos. Negromonte ainda argumentou que sua posse foi posterior ao período que as acusações surgiram.

Paulo Bernardo, ministro das Comunicações pretende ir ao Congresso para esclarecer dúvidas quanto ao suposto envolvimento dele em negociações de contratos para obras de ferrovias e rodovias no Ministérios dos Transportes. Pedro Novais, ministro do Turismo, confirmou que comparecerá à Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados para prestar esclarecimentos sobre desvios de verbas.

Wagner Rossi, ministro da Agricultura, que teve seu nome ligado a esquemas de corrupção na Pasta e na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) argumentou que as acusações foram feitas por gestores afastados devido a irregularidades. O ministro também disse que instauraria sindicância .

Os ministros Afonso Florence, do Desenvolvimento Agrário e Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, ainda devem ser ouvidos, assim como o Diretor-Geral da ANP, Haroldo Lima.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

ORÇAMENTO: Deputado Anibal Gomes tem emendas aprovadas


O relator da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), Márcio Reinaldo (PP-MG), que apresentou parecer sobre a matéria encaminhada pela presidenta Dilma Roussef na data de ontem, 27, aprovou 28 emendas apresentadas pelos parlamentares do Nordeste.

Os campeões de emendas apresentadas aprovadas pelo relator foram a deputada Gorete Pereira (PR-CE) com três emendas incluídas, mesmo número alcançado pelos deputados Márcio Marinho (PRB-BA) e Weligton Roberto (PR-PB). O oposicionista Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), assim como o governista André Figueiredo (PDT-CE), tiveram duas emendas aprovadas – cada um – por Márcio Reinaldo.

Outras 12 emendas aprovadas, foram apresentadas pelos deputados Aníbal Gomes (PMDB-CE), Carlos Brandão (PSDB-CE), Cláudio Cajado (DEM-BA), Daniel Almeida (PCdoB-BA), Danilo Forte (PMDB-CE), Edivaldo Holanda (PTC-MA), Hugo Motta (PMDB-PB), Hugo Napoleão (DEM-PI), Nilda Gondim (PMDB-PB), Rogério Marinho (PSDB-RN) e Romero Rodrigues (PSDB-PB).

Já os senadores Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), Inácio Arruda (PCdoB-CE), Lídice da Mata (PSB-BA) e Vital do Rego (PMDB-PB) – este presidente da CMO (Comissão Mista do Orçamento) – também tiveram uma emenda acolhida pelo relator.

Da região Nordeste, o Estado que teve mais emendas aprovadas no relatório foi o Ceará com 11, seguido da Paraíba com sete e Bahia com seis. Os Estados do Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe – tiveram cada um – apenas uma emenda acolhida. Os representantes de Pernambuco e Alagoas não tiveram emendas aprovadas pelo relator.

Dividido por legendas, o partido nordestino que mais abocanhou as emendas aceitas por Márcio Reinaldo foi o PR (Partido da República) com seis, seguido do PMDB e PSDB com cinco. O PRB (Partido Republicano Brasileiro) – sigla com as bençãos do bispo Edir Macedo da IURD (Igreja Universal do Reino de Deus) – teve três, a frente dos democratas (DEM), comunistas (PCdoB), socialistas (PSB) e trabalhistas (PDT) que tiveram – cada uma – duas emendas aprovadas. Os trabalhistas cristãos (PTC) tiveram uma emenda acolhida.

O PT (Partido dos Trabalhadores) – segunda maior legenda da Câmara e do Senado e partido da presidenta Dilma – não teve nenhuma emenda de seus parlamentares acolhidas pelo relator.