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segunda-feira, 23 de abril de 2012

INTERNET: 72% dos brasileiros acessam o Facebook diariamente


Os brasileiros definitivamente inseriram o Facebook em sua rotina digital. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Hi-Midia, 72% dos usuários nacionais cadastrados na rede  acessam suas contas pelo menos uma vez ao dia.
O Orkut aparece na segunda posição da lista, com índice de 41%, seguido do Twitter (39%) e do LinkedIn (28%).
No total, 86% dos 484 entrevistados afirmaram que possuem uma conta no Facebook, contra 63% no Orkut, 33% no Google+, 32% no Twitter, 22% no LinkedIn, 16% no Badoo e 10% no Sonico. 
O estudo mostra também que as redes sociais facilitam o relacionamento dos consumidores com as marcas – 57% das pessoas afirmaram que curtem alguma marca ou produto no Facebook enquanto 41% o fazem no Twitter. Na rede de microblog, o principal interesse é a busca por promoções enquanto no Facebook os usuários esperam encontrar novidades relacionadas à marca.
Em relação ao aspecto pessoal, os usuários afirmaram que usam o Facebook para se comunicar com amigos e familiares e o Twitter para se atualizar, encontrar notícias e assuntos interessantes.
Brasil já é o terceiro no Facebook
O Brasil superou a Indonésia e se tornou o terceiro maior país em número de usuários no Facebook.
Segundo números do site SocialBakers, 44,6 milhões de brasileiros estão cadastrados na rede social contra 42,6 mi de indonésios. Em março, eram 42,1 mi de brasileiros contra 43,3 mi de indonésios. Estados Unidos, com 156 mi, e Índia, com 45,7 mi, lideram a lista.
Com crescimento de 9,4% ao mês, o Brasil pode se tornar o segundo país da lista já em maio. Hoje a diferença do número de usuários entre Brasil e Índia é de apenas 2 milhões. Em março, a Índia apresentou crescimento de 4,3%.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

PESQUISA: Redes sociais viciam mais do que álcool e cigarro, diz estudo


Usar o Twitter ou atualizar o status do Facebook pode ser mais difícil de resistir que a vontade de fumar ou tomar um copo de cerveja. É o que diz um estudo conduzido pela Booth Business School (Universidade de Chicago) e que tinha como objetivo mensurar o quanto uma pessoa consegue resistir aos desejos e vontades ao longo do dia.
Os resultados foram surpreendentes. A pesquisa percebeu que a força de vontade de uma pessoa para resistir às tentações diminuía ao longo dia, assim como diminuía a resistência ao trabalho. Em contrapartida, entre os desejos “controláveis”, o grupo de pesquisados citou atividades como sexo e impulsos consumistas.
Em entrevista ao The Guardian, o chefe da pesquisa, Wilhelm Hofmann, explicou que a maioria listou vontades como dormir e se divertir como as mais problemáticas. Estes desejos, segundo ele, tendem a trazer certa tensão para a vida de uma pessoa. Isso acontece por que ela precisa controlar o desejo natural de descansar e relaxar para dar conta da carga de trabalho e outras tarefas.
Já o desejo de acessar meios de comunicação, como redes sociais, por exemplo, foram citados entre os mais difíceis de superar. De acordo com Hofmann, apesar do uso frequente das redes sociais não trazer consequências sérias para a vida da pessoa, é capaz de ocupar um tempo considerável do seu dia. Mas, o acesso fácil e gratuito ao Twitter, por exemplo, torna a vontade de engajar neste tipo de atividade mais difícil de ser contornada.
Agora, já no caso da nicotina e do álcool, continuou o pesquisador, os custos envolvidos são maiores para a pessoa, tanto para a sua saúde física quanto financeira. Além disso, é mais complicado ter a oportunidade de fumar e beber ao longo do dia.
A equipe do pesquisador escolheu a cidade de Würzburg (Alemanha) como cenário e distribuiu smartphones para 200 pessoas, entre 18 e 25 anos de idade. O grupo deveria então responder mensagens enviadas pelo time de pesquisadores e listar os desejos que tiveram nos últimos 30 minutos. Também deveriam relatar a intensidade de tal vontade, se conflitava ou não com outras tarefas e se resistiram ou deixaram-se levar por ela.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

INTERNET: Números da ComScore confirmam que Facebook ultrapassou Orkut no Brasil



O Facebook é a maior rede social do Brasil. Uma pesquisa divulgada na última terça-feira (17) pela comScore aponta que a rede social fundada por Mark Zuckerberg ultrapassou o Orkut em dezembro de 2011. De acordo com o relatório, o Facebook atraiu 36,1 milhões de visitantes únicos, o que representa 192% nos últimos 12 meses (de dezembro/2010 a dezembro/2011). Em 2011, a Pesquisa Ibope Nielsen Online mostrou que em agosto a rede social obteve 30,9 milhões de usuários únicos contra 29 milhões para o Orkut.


O Brasil sempre foi um mercado interessante para o setor e possui a quinta maior população nas redes sociais. No entanto, apesar da afinidade cultural com as mídias sociais, a adoção do Facebook era muito defasada, disse Alex Banks, analista da comScore no Brasil, que ainda ressaltou:
Este cenário mudou em 2011 quando o site triplicou em audiência e alavancou para a primeira posição no país.
Além do Facebook na liderança e o Orkut logo em seguida, as redes sociais mais usadas pelos brasileiros são o Windows Live e o Twitter, em terceiro e quarto lugares, respectivamente. Veja a colocação divulgada pela comScore:
1º – Facebook – 36 milhões
2º- Orkut – 34 milhões
3º- Windows Live – 13 milhões
4º- Twitter – 12 milhões
5º- Vostu – 4,9 milhões
6º- Google+ – 4.3 milhões
7º- Tumblr – 4 milhões
8º- Linkedin – 3,1 milhões

A pesquisa também revelou que, no Brasil, as mulheres passam mais tempo no Facebook do que os homens. Elas gastam 5,3 horas na rede social enquanto eles dedicam 4,1 horas. Usuários com idades de 25 a 34 anos representam a maioria dos visitantes do site, ou seja, 30,6% da audiência.
Geograficamente, os visitantes do Rio de Janeiro e Distrito Federal estão mais envolvidos com a ferramenta. Os visitantes de São Paulo respondem por mais de um terço de todos os visitantes do Facebook.com Ed acordo com o comunicado da companhia de pesquisa.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

INTERNET: Desinteresse e questões de privacidade afastam pessoas do Facebook



Tyson Balcomb, aluno da Universidade Estadual de Portland, decidiu sair do Facebook depois de um encontro acidental em um elevador. Ele viu-se diante de uma mulher que não conhecia pessoalmente –mas, pelo Facebook, ele sabia que cara o irmão mais velho dela tinha, que ela era de uma pequena ilha ao largo da costa do Estado de Washington e que havia recentemente visitado a Space Needle em Seattle.
“Eu sabia todas essas coisas sobre ela, e nunca havíamos nos falado”, conta Balcomb, que está fazendo graduação em medicina no Oregon e tem alguns amigos reais em comum com a mulher. “E comecei a pensar que aquilo talvez não fosse muito saudável.”
Enquanto o Facebook prepara sua muito aguardada oferta pública inicial de ações, está ansioso por mostrar ímpeto aproveitando seu imenso quadro de assinantes: mais de 800 milhões de usuários ativos em todo o mundo, segundo a empresa, e 200 milhões nos Estados Unidos, ou dois terços da população do país.
Mas a empresa começa a esbarrar em um obstáculo, entre os norte-americanos. Algumas pessoas, mesmo entre os mais jovens, simplesmente se recusam a participar, e entre elas estão algumas que chegaram a experimentar o serviço.
Um dos principais argumentos de venda do Facebook é que ele permite criar elos mais próximos entre amigos e colegas. Mas algumas das pessoas que preferem ficar fora do site afirmam que ele pode ter o efeito oposto e fazer com que se sintam mais, e não menos, alienadas.
“Eu deixei de telefonar para meus amigos”, diz Asleigh Elser, 24, que está fazendo pós-graduação em Charlotesville, Virgínia. “Limitava-me a ver suas fotos e atualizações e achava que desse modo estava conectada a eles”.
É certo que uma vida sem Facebook tem desvantagens em uma era na qual as pessoas anunciam toda espécie de marcos pessoais importantes na web. Elser perdeu convites e fotos de bebês recém-nascidos postados por amigos. Mas nada disso a incomodou tanto quanto a distância que, segundo Elser, sua conta no Facebook criava entre ela e os amigos. E por isso decidiu fechá-la.
Muitas das pessoas que preferem ficar fora do serviço mencionam preocupações quanto à privacidade. Os estudiosos das redes sociais afirmam que é tudo uma questão de confiança. Amanda Lenhart, que dirige pesquisas sobre adolescentes, crianças e famílias no Pew Internet and American Life Project, diz que as pessoas que usam o Facebook tendem a “em geral confiar nas outras pessoas e nas instituições”. E acrescenta que “algumas pessoas tomam a decisão de não usar o serviço porque temem o que poderia acontecer”.
Lenhart aponta que cerca de 16% dos norte-americanos não têm celulares. “Sempre haverá quem resista”, diz.