ACARAÚ SEM TERMINAL RODOVIÁRIO, ATÉ QUANDO?

Páginas

Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de abril de 2012

EDUCAÇÃO: Facebook cria ambiente exclusivo a escola e universidade


Groups for Schools: novidade do Facebook para comunidades acadêmicas
O Facebook colocou à disposição de escolas e universidades um novo tipo de perfil destinado especialmente a instituições de ensino. Batizado de Groups for Schools, o novo recurso da rede social permite que estudantes e membros de uma determinada comunidade acadêmica troquem arquivos, criem eventos e compartilhem mensagens. Tudo em um ambiente fechado, que só permite a participação de pessoas autorizadas. Para fazer parte das comunidades do Groups of Schools, o usuário precisa informar um endereço de e-mail com domínio da instituição. 
A ferramenta Groups of Schools não incorpora automaticamente os grupos escolares já existentes no Facebook. Portanto, as instituições que já possuem perfil na rede terão que se cadastrar na nova ferramenta. Até o momento, não existem grupos das mais importantes instituições brasileiras, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Apesar de milhares de grupos de instituições de ensino já existirem no Facebook, agora eles estarão organizados, com um endereço próprio e com ferramentas para melhorar a comunicação entre seus membros. Até aqui, as escolas que desejavam criar comunidades exclusivas precisavam recorrer a aplicativos e desembolsavam até 50.000 dólares para manter um ambiente restrito a seus alunos, professores e funcionários.
Criado em 2004, o Facebook havia sido pensando por Mark Zuckerberg como uma plataforma que conectasse os estudantes universitários americanos. Por meio dela, era possível estar em contato com colegas de classe e professores. Também era possível ficar mais próximo de companheiros de dormitório e amigos que compartilhavam interesses em comum. Com a abertura da rede, o Facebook perdeu muito de sua função inicial. Agora, o Groups of Schools leva Zuckerberg de volta ao campus. 

quarta-feira, 7 de março de 2012

FACEBOOK: Americana posta mensagem trágica antes de morrer em acidente de carro

Taylor Sauer enviou uma fatídica mensagem antes do acidente que tirou sua vida (Foto: Reprodução/NBC)

Uma americana de 18 anos perdeu a vida em um trágico acidente de carro segundos após postar uma última mensagem no Facebook: "Não posso discutir isto agora. Dirigir e falar no Facebook não é seguro! Haha".


Taylor Sauer estava dirigindo a quase 130 km/h quando bateu de frente com a traseira de um caminhão-tanque em uma rodovia interestadual que liga Utah e Idaho, nos Estados Unidos. O caminhão estava andando a menos de 25 km/h em uma subida. A jovem morreu na hora, de acordo com a reportagem do "Today Show", da NBC.
O carro da jovem ficou destruído com o impacto contra o caminhão-tanque (Foto: Reprodução/NBC)
A mensagem foi postada em um comentário durante uma discussão sobre o Denver Broncos, um time de futebol americano. A investigação descobriu que Taylor estava postando mensagens no Facebook a cada 90 segundos enquanto dirigia.
O caso ocorreu em 14 de janeiro, mas agora veio à tona com o esforço dos pais da adolescente em trazer conscientização e, mais ainda, fazer com que uma lei proíba motoristas de escrever mensagens no celular enquanto dirigem. Idaho é um dos 13 estados americanos que não têm uma lei específica nesse sentido.
Mike, o amigo que conversava com ela pelo Facebook, disse não saber que ela estava dirigindo até a última mensagem (Foto: Reprodução/NBC)
O amigo que conversava com ela, Mike, diz que não sabia que Taylor estava dirigindo até receber a última mensagem. "Sinto como se fosse minha culpa", afirmou em entrevista, com lágrimas nos olhos.

quinta-feira, 1 de março de 2012

INTERNET: Facebook diz que vai colocar anúncios nas atualizações de notícias


Facebook revelou novos modelos de oferecimento de anúncios feitos para ajudar as maiores marcas do mundo a espalhar sua mensagem da maior rede social do mundo. Essas mudanças significam que mensagens e posts de empresas serão integradas às atualizações de notícias que os usuários recebem em sua página inicial do Facebook –a publicidade não ficará mais somente do lado direito da página.


Esse tipo de mensagem chegará a quem decidiu curtir a página de determinada marca. Além disso, se algum amigo do usuário já interagiu com a marca, as mensagens da empresa também poderão aparecer no  feed de notícias do usuário.
Anúncios do Facebook no canto direito superior (como é hoje) e no meio da atualização de notícias (como a empresa irá fazer). (Foto: Mike Segar/Reuters)
Durante o evento, a rede social também anunciou que as empresas terão páginas no formato Linha do tempo.
Os executivos do Facebook falaram ontem, quarta-feira (29), com cerca de 900 representantes do mercado de publicidade em um museu em Nova York. A ideia era trazer grandes marcas com a promessa de anúncios efetivos e precisos para a base de mais de 800 milhões de usuários do site.
"O Facebook está ganhando bastante dinheiro com anúncios agora, mas eles não estão recebendo o dinheiro das grandes marcas. É ali que está o dinheiro", disse Rebecca Lieb, uma analista do Altimeter Group.
Sheryl Sandberg, responsável pelas operações do Facebook, falou com publicitários e representantes de marcas nesta quarta-feira. (Foto: Mike Segar/Reuters)
A maior rede social do mundo está trabalhando para atrair a atenção e as verbas publicitárias de grandes companhias e agências antes de abrir capital. O Facebook anunciou neste mês o plano de levantar US$ 5 bilhões em uma oferta pública inicial de ações (IPO, em inglês) que deve avaliar a companhia entre US$ 75 bilhões e US$ 100 bilhões.
O site teve receita de US$ 3,7 bilhões no ano passado, e a publicidade respondeu por 85% disso.
As companhias fazem as páginas no Facebook sem pagar nada, mas a ideia é que as que atraírem maior interesse do público se interessem no serviço de publicidade.
Fonte: Portal G1

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

MUNDO LOUCO:Pai ofendido no Facebook atira no notebook da filha



Após ler um post rude publicado pela filha adolescente no Facebook, Tommy Jordan, um profissional de tecnologia da informação, resolveu revidar os insultos, destruindo a tiros o laptop da menina e depois postando-o na rede social.

Em seu vídeo, Jordan lê o posto da filha em voz alta que reclama por ter de fazer serviços domésticos, como arrumar sua própria cama. Tommy que diz ter passado horas fazendo um upgrade no notebook da menina, além de ter gastado U$ 130,00, descobriu o texto e ficou enraivecido. Antes de atirar no laptop, ele diz que ela poderá ter outro computador "quando ela mesma puder comprar."

Fonte: Portal IG

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

INTERNET: Promoção no Facebook de iPhone 4S cedido pela Apple é falsa

iPhone 4S prometido no Facebook é falso
Uma imagem com diversos iPhones 4S, supostamente cedidos pela Apple, foi compartilhada por uma série fanpages do Facebook na última semana. A promessa de realizar o sorteio de 14 unidades do aparelho, no entanto, é mentira. A promoção é mais um golpe e não tem nenhuma ligação oficial com a empresa da maçã.


A ideia é atrair mais pessoas para as páginas. Afinal, quando alguém "curte" a página e compartilha a informação, é bem provável que seus amigos tenham a mesma atitude. Assim, a “promoção” se dissemina e os usuários acreditam que realmente têm chances de ganhar um iPhone 4S.
Portanto, não acredite se algum amigo publicar, na sua timeline, algo parecido com a imagem representada ao lado junto com o texto: “Recebemos 14 peças do iPhone 4S, cortesia da Apple inc. Para participar basta curtir nossa página ou compartilhar essa imagem, lembrando que o sorteio será feito através de uma lista de todos que curtiram a página ou compartilharam a imagem. Logo, quem fizer os dois tem chance dobrada de ser sorteado. O sorteio dos 14 iPhones será feito no dia 17 de fevereiro. Obrigado a todos e boa sorte".

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

INTERNET: Adolescentes começam a migrar do Facebook para o Twitter


O consenso era esse: os adolescentes não tuitam, já que o meio é muito público e os usuários são muito mais velhos. Porém, de repente, seus pais, avós e vizinhos começaram a invadir o Facebook e a rede social deixou de ser um lugar só deles. Assim, o Twitter voltou a ser uma opção.
“Eu amo o Twitter e é a única coisa que tenho só para mim e meus pais não têm um”, tuitou Britteny Praznik, de 17 anos. Ela ainda tem uma conta no Facebook, mas entrou para o Twitter durante o último verão, depois que alguns colegas de classe fizeram o mesmo.
Os adolescentes dizem gostar da facilidade de uso da ferramenta e da habilidade de enviar mensagens equivalentes a um SMS para seu círculo de amigos, geralmente menor do que a quantidade de amigos que têm em suas contas no Facebook. No microblog, eles podem ter muitas contas e não precisam usar seus nomes reais.
A crescente popularidade do Twitter entre os adolescentes se encaixa com as descobertas feitas por um estudo da Pew Internet & American Life Project, uma organização sem fins lucrativos que monitora os hábitos tecnológicos das pessoas. A migração tem sido lenta, porém consistente.
A pesquisa, feita em julho de 2011, descobriu que 16% dos adolescentes, de idades de 12 a 17 anos, disseram usar o Twitter. Há dois anos, essa porcentagem era de 8%.
“Esse aumento é, definitivamente, significativo”, disse Mary Madden, especialista em pesquisas sênior da Pew. E ela suspeita que esse número tenha crescido novamente.
Enquanto isso, outra pesquisa do Pew mostrou que quase um em cada cinco pessoas de 18 a 29 anos adquiriram gosto pelo microblog, que permite que elas postem seus pensamentos em até 140 caracteres.
No início de sua história, o Twitter tinha uma reputação que muitos achavam não se encaixar com os hábitos dos adolescentes. “O primeiro grupo a reconhecer o microblog foram as pessoas da indústria da tecnologia, que precisavam se promover”, disse Alice Marwick, uma pesquisadora de pós-doutorado no Microsoft Research, que pesquisa os hábitos dos adolescentes.
Fonte: Portal G1

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

INTERNET: Brasil já é o 4º país em uso do Facebook e o que mais cresceu em 2011



Realmente o Orkut já parece ser coisa do passado para os brasileiros, que adotaram em massa o Facebook. O Brasil fechou 2011 como o quarto em número de usuários ativos na rede social, além de ser sido a nação com maior crescimento no período. As informações são do especialista Nick Burcher, que utilizou dados do próprio site, com estatísticas que levantou de 2008 para cá.
Segundo os números, o Brasil fechou o ano passado atrás apenas dos EUA, Indonésia e Índia na maior rede social do mundo. Para isso, foi preciso um crescimento de impressionantes 300% na temporada, indo de 8,8 milhões em 2010 para 35 milhões um ano depois. Se olharmos para os dados de 2008, o crescimento é ainda mais assustador, já que naquele ano o Brasil tinha apenas 200 mil usuários no site.

Mas apesar desse salto nos números, o Brasil ainda continua muito atrás do líder Estados Unidos, que possui quase 160 milhões de usuários no site, número muito maior do que os da Indonésia e Índia, que ficaram em segundo e terceiro no ranking, respectivamente, com cerca de 41 milhões de usuários no Facebook. A Índia também registrou um bom crescimento no ano, de quase 140%.
Se mantiver um crescimento próximo de 300% em 2012, o Brasil pode até mesmo fechar o ano na segunda colocação, com bastante folga para quem ficar para trás.
O top 10 dos países é completo por México, Turquia, Reino Unido, Filipinas, França e Alemanha. Os argentinos aparecem logo em seguida, na 12ª colocação, com 17 milhões de usuários.
Fonte: Portal UOL

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

INTERNET: Desinteresse e questões de privacidade afastam pessoas do Facebook



Tyson Balcomb, aluno da Universidade Estadual de Portland, decidiu sair do Facebook depois de um encontro acidental em um elevador. Ele viu-se diante de uma mulher que não conhecia pessoalmente –mas, pelo Facebook, ele sabia que cara o irmão mais velho dela tinha, que ela era de uma pequena ilha ao largo da costa do Estado de Washington e que havia recentemente visitado a Space Needle em Seattle.
“Eu sabia todas essas coisas sobre ela, e nunca havíamos nos falado”, conta Balcomb, que está fazendo graduação em medicina no Oregon e tem alguns amigos reais em comum com a mulher. “E comecei a pensar que aquilo talvez não fosse muito saudável.”
Enquanto o Facebook prepara sua muito aguardada oferta pública inicial de ações, está ansioso por mostrar ímpeto aproveitando seu imenso quadro de assinantes: mais de 800 milhões de usuários ativos em todo o mundo, segundo a empresa, e 200 milhões nos Estados Unidos, ou dois terços da população do país.
Mas a empresa começa a esbarrar em um obstáculo, entre os norte-americanos. Algumas pessoas, mesmo entre os mais jovens, simplesmente se recusam a participar, e entre elas estão algumas que chegaram a experimentar o serviço.
Um dos principais argumentos de venda do Facebook é que ele permite criar elos mais próximos entre amigos e colegas. Mas algumas das pessoas que preferem ficar fora do site afirmam que ele pode ter o efeito oposto e fazer com que se sintam mais, e não menos, alienadas.
“Eu deixei de telefonar para meus amigos”, diz Asleigh Elser, 24, que está fazendo pós-graduação em Charlotesville, Virgínia. “Limitava-me a ver suas fotos e atualizações e achava que desse modo estava conectada a eles”.
É certo que uma vida sem Facebook tem desvantagens em uma era na qual as pessoas anunciam toda espécie de marcos pessoais importantes na web. Elser perdeu convites e fotos de bebês recém-nascidos postados por amigos. Mas nada disso a incomodou tanto quanto a distância que, segundo Elser, sua conta no Facebook criava entre ela e os amigos. E por isso decidiu fechá-la.
Muitas das pessoas que preferem ficar fora do serviço mencionam preocupações quanto à privacidade. Os estudiosos das redes sociais afirmam que é tudo uma questão de confiança. Amanda Lenhart, que dirige pesquisas sobre adolescentes, crianças e famílias no Pew Internet and American Life Project, diz que as pessoas que usam o Facebook tendem a “em geral confiar nas outras pessoas e nas instituições”. E acrescenta que “algumas pessoas tomam a decisão de não usar o serviço porque temem o que poderia acontecer”.
Lenhart aponta que cerca de 16% dos norte-americanos não têm celulares. “Sempre haverá quem resista”, diz.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

INTERNET: Facebook faz acordo em caso de privacidade



A rede social Facebook resolveu fazer um acordo e mudar algumas de suas práticas de privacidade diante das acusações da Federal Trade Commission (FTC) nos Estados Unidos, segundo informações da própria entidade. Um processo na FTC acusava o Facebook de ter enganado os consumidores quanto à privacidade de seus dados.
De acordo com as acusações, o Facebook disse aos seus usuários que poderia manter suas informações privadas, mas repetidamente permitiu que elas fossem compartilhadas e tornadas públicas. Reclamações sobre as práticas de privacidade do Facebook foram feitas para a FTC pelo Centro de Privacidade da Privacidade Eletrônica dos Estados Unidos e por grupos de consumidores, afirma a organização.
Com o acordo, o Facebook passa a ter que tomar novas medidas para manter a promessa de que pode manter os dados privados.
Agora, a rede social terá, por exemplo, que obter a autorização do usuário para quando sua informação for compartilhada além do que ele havia estabelecido. Além disso, será preciso que uma empresa independente faça avaliações independentes e periódicas das práticas da privacidade da companhia.
“O Facebook é obrigado a manter as promessas que faz sobre privacidade”, disse Jon Leibowitz, presidente da FTC. “A inovação do Facebook não tem que vir às custas da privacidade do usuário.” A acusação do FTC traz uma lista de exemplos em que o Facebook não teria cumprido sua promessa de privacidade aos usuários.
Zuckerberg
No blog oficial do Facebook, Mark Zuckerberg, CEO da empresa, diz ser o "primeiro a admitir" que a companhia cometeu erros ao lidar com a privacidade dos usuários. Acho que até cometemos um pequeno número de grandes erros, como quando fizemos a transição do modelo de privacidade há dois anos. Isso colocou na sombra muitas das coisas boas que temos feito”, afirmou o executivo-chefe da rede social.

Além das medidas impostas pela comissão, Zuckerberg anunciou a criação de dois outros cargos executivos para lidar com o assunto.
Fonte: Portal G1

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

INTERNE¨T: Nova plataforma usa facebook para defesa do consumidor



O brasileiro adora uma rede social. Primeiro, a espantosa adesão ao Orkut, muito superior a quaisquer outros países. Agora, o estrondoso sucesso de Facebook, Twitter e YouTube abriu uma ampla janela de oportunidades para a defesa do consumidor. Aqueles que se sentem lesados por empresas das quais compraram produtos e serviços podem dar muito mais visibilidade a suas reclamações e arranhar a imagem da companhia, conforme o tamanho de sua rede de amigos.
Mesmo assim, nada garante a reparação do dano. Para se ter uma ideia, um levantamento divulgado em outubro pela empresa de pesquisa Maritz Research, dos Estados Unidos, apenas 30% das pessoas que reclamam no Twitter recebem algum tipo de resposta das empresas.
Como no mundo das redes o coletivo é voz que pesa, números como os encontrados pela pesquisa levaram dez microempreendedores de São Paulo a se unir para lançar uma nova plataforma, atrelada ao Facebook, cujo objetivo é reunir consumidores com os mesmos tipos de problemas e, em conjunto, encaminhá-los às empresas, ao Ministério Público, aos Procons e às agências reguladoras. A plataforma entra no ar na próxima segunda-feira, 21.


A ideia, segundo a sócia-fundadora do Zaanga.com.br, Raquel Costa, é melhorar concretamente a relação entre as empresas e os consumidores lesados. "As empresas conseguem monitorar quantas vezes são citadas nas redes. Mas o consumidor não tem como saber quantas pessoas vivem o mesmo problema que ele. O Zaanga permite que eles se encontrem e ajam conjuntamente", esclarece Raquel.
 O consumidor acessa o Zaanga a partir de seu cadastro no Facebook, preenche um questionário em que, a partir de palavras-chave, vai permitir que tome conhecimento de outro tanto de pessoas com o mesmo problema. A partir daí, ele tem a opção 'mobilize-se', caso queira ter sua reclamação encaminhada para a empresa e órgão competentes - uma advogada se encarrega de fazer os encaminhamentos. As respostas chegam também pela mesma plataforma. Usuário não será tarifado. Caso não queira mobilizar-se, pode ficar apenas como observador.
 Na linha das empresas startup, os investimentos na nova plataforma foram basicamente em capital intelectual. Segundo Raquel, não existe iniciativa como essa no Brasil. Ela também não tem conhecimento de nada parecido no mundo. O Zaanga é administrado por quatro equipes: concepção de produto, tecnologia, comunicação e jurídico. A ideia nasceu da experiência dos fundadores nos dois lados da mesa: como consumidores que já foram lesados mais de uma vez e como consultores de empresas.
Fonte: Portal IG