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quinta-feira, 26 de abril de 2012

AUTOMOTIVO: Honda lança CBR 250R no Brasil



A Honda do Brasil acaba de apresentar oficialmente o esperado lançamento no segmento das esportivas de quarto de litro, a CBR 250R, a arma da líder para medir forças com a consagrada Kawasaki Ninja 250R e com as valentes Kasinski Comet GTR 250 e Dafra Roadwin 250R. Com preço sugerido de 15490 reais e de 17990 na versão com ABS, a Honda posiciona seu produto lado a lado com a líder - Ninja 250R - que tem preço de 15550, na versão Candy Lime Green, o tradicional verde da marca e que não tem opção com freio assistido.



Andando com a CBR 250R pudemos confirmar o que já havíamos adiantado: a nova Honda parece uma 125 ao ser pilotada, magrinha, leve e ágil, é muito fácil de colocar na trajetória desejada. O chassi de treliça tubular de aço tem boa rigidez e transmite confiança no comportamento. Suas suspensões estão muito bem calibradas - receberam calibragem diferenciada para nosso país - e tem rigidez esportiva - levemente exagerada -, transmitindo parte das oscilações do pavimento ao piloto, mas permite uma pilotagem esportiva sem estresse.




Seu motor é totalmente novo e está cheio de novidades. Ele tem as melhores virtudes da prima CB 300R, na qual a força chama a atenção. O torque de 2,34 kmgf a 7000 rpm empurra com vigor desde as baixas rotações ao menor movimento do acelerador e os 26,4 cv a 8500 rpm empolgam e convidam a acelerar fundo e subir os giros - chegou a marcar no painel 160 km/h. O propulsor é alimentado por injeção eletrônica, refrigerado a água e tem 4 válvulas e duplo comando no cabeçote com balancins roletados. Outra novidade é o contra-balanceiro, que diminui as vibrações de inércia internas do motor.





O sistema e freio é excelente. Será oferecida uma versão com o sistema assistido por ABS combinado - o C-ABS na sigla da Honda - que torna as frenagens mais eficientes e seguras, principalmente para os menos experientes.



O visual agrada e é inspirado nas linhas da VFR 1200 e com uma pitada de esportividade da CBR 1000RR. O acabamento é primoroso e serão duas opções de cor: azul (coMbinado com branco e grafismo em vermelho) e preto.

A princípio, a moto será importada da Tailândia, mas, se as vendas corresponderem às expectativas, o modelo poderá ser montado em Manaus a partir de 2013. A marca pretende comercializar 6700 unidades da CBR 250R até o final do ano.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

AUTOMOTIVO: Chevrolet confirma chegada do Sonic ao Brasil

Lançamento inclui jogo virtual que dará um exemplar do modelo ao vencedor

Após diversos flagras do carro circulando pelas ruas de São Paulo, a Chevrolet finalmente confirmou a chegada do Sonic para o mês de junho, nas versões hatch e sedã.

Para lançar o modelo no Brasil, a Chevrolet promoverá um jogo na internet. O ARG, como é conhecido, é um tipo de game que combina situações virtuais com realidade e seu lançamento vai ocorrer na página da marca no Facebook.

Um teaser convidará os interessados para participar do jogo que começa oficialmente dia 24 de abril e vai se dividir em duas etapas: o game virtual, até 13 de maio, e a prova final com a presença física dos participantes no dia 29 do mesmo mês. O vencedor será aquele que encontrar o Sonic no final - e ainda vai ficar com o carro.



Chevrolet Sonic 2012 - Preço



A ideia inicial era de que o Cruze tomasse o lugar do Astra, no entanto os executivos da empresa acharam melhor manter o preço do modelo, assim quem perdeu lugar foi o Vectra. O Chevrolet Sonic 2012 será vendido por cerca de 45 mil reais, um preço baixo em relação as funcionalidades e vantagens que o lançamento oferece.

Pode se dizer que o Sonic é a versão americana do Aveo, que é comercializado na Europa desde 2004. No Brasil, o modelo será lançado apenas com o modelo hatch, já que o sedan chegará só depois. Especula-se que o principal concorrente da novidade da Chevrolet será o Ford Fiesta.
Chevrolet Sonic 2012 - Acessórios



O que mais impressiona no Chevrolet Sonic 2012 são seus itens e acessórios. O carro é equipado com rodas de 17 polegadas, conexão Bluetooth e USB, volante com controle do sistema de áudio, freios ABS, controle de estabilidade e tração, além de 10 airbags, ou seja, são muitas funções e vantagens a disposição de quem adquirir essa máquina.

Ainda na parte interna, o carro conta com sistema de acionamento do veículo, controle de cruzeiro, bancos frontais com aquecimento e revestimento de couro tanto no volante como nos assentos. O painel é moderno, pois conta com um display onde estão incluídos velocímetro e conta giros, algo bem diferente dos demais carros e que com certeza surpreenderá os consumidores.

O novo modelo contará com o mesmo motor do Cruze, o 1.8L Ecotec que chega a até 135 cavalos de potência. Em relação ao câmbio, o usuário contará com duas alternativas, o manual que possui 5 velocidades e o automático com 6.


Realmente o Chevrolet Sonic 2012 promete, pois une potência, beleza e modernidade em um só modelo.


Fonte: Portal da Revista Exame

terça-feira, 10 de abril de 2012

AUTOMOTIVO: Honda Civic é o carro que menos usa materiais tóxicos


Sedã lidera ranking divulgado por ONG

Uma pesquisa realizada pela organização não-governamental The Ecology Center, dos Estados Unidos, aponta que o Honda Civic é o veículo vendido no mercado americano que utiliza a menor quantidade de materiais potencialmente nocivos à saúde. O sedã japonês se mostrou isento de PVC (policloreto de vinila) e retardantes de chamas à base de bromo, apresentando apenas pequena quantidade de metais pesados. Completaram o pódio dos modelos menos tóxicos oToyota Prius e o Honda CR-Z.

Já o Mitsubishi Outlander amargou o último lugar da avaliação. Foram encontradas quantidades elevadas de bromo e cromo no interior do crossover. Também receberam notas baixas o Chrysler200 SC e o Kia Soul. Na avaliação foram levados em consideração 11 itens de interior, como bancos, volante, painel e manopla do câmbio. O estudo envolveu 204 carros, fabricados em 2011 e 2012.

O estudo também aponta a tendência das grandes fabricantes de banir gradualmente a utilização de PVC nos interiores dos carros. Dentre os modelos avaliados, 16,7% eram isentos de PVC, aumento de 2% em relação ao estudo anterior. O uso desse material é bastante contestado pelas organizações ambientais, pois seria de difícil reciclagem e também por conter substâncias com potencial cancerígeno em sua formulação.

Os dez melhores:

1 – Honda Civic
2 – Toyota Prius
3 – Honda CR-Z
4 – Nissan Cube
5 – Acura RDX
6 – Acura ZDX
7 – Audi S5
8 – smart Coupé
9 – Toyota Venza
10 – smart Passion


Os dez piores

1 – Mitsubishi Outlander
2 – Chrysler 200 SC
3 – Kia Soul
4 – Nissan Versa
5 – Mazda CX-7
6 – Hyundai Accent
7 – Chevrolet Aveo5
8 – Kia Sportage
9 – Volkswagen Eos
10 – MINI Clubman S


O ranking completo pode ser visto no site healthystuff.org.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

AUTOMOTIVO: Lei exige placas refletivas para carro zero



Começou a valer desde a última segunda-feira (2), a obrigatoriedade do uso de placas refletivas para carros zero km e veículos transferidos de município. A utilização deste tipo de identificação antes era facultativa. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Detran), a nova placa oferece melhor visibilidade para a fiscalização.
A resolução 231 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicada ontem no Diário Oficial, também exige de motocicletas a utilização de placas com a película refletiva. Além disso, a identificação para motos também serão maiores que as atuais.
As placas refletivas já estão à venda no mercado brasileiro a cerca de dois anos e custam em média o dobro do valor das identificações convencionais, sem a película especial.

sexta-feira, 30 de março de 2012

AUTOMOTIVO: Proteste aponta que cinto de quem viaja atrás é menos seguro e dá cartão vermelho ao Ford Ka


Ford Ka no vermelho: com pior sistema, cintos de segurança do hatch limitam movimentos, impedem o uso do bebê-conforto no banco de trás e protegem mal a ocupantes obesos
A Proteste (Associação de Defesa do Consumidor) divulgou nesta quinta-feira (29) o resultado de uma avaliação sobre a eficiência do cinto de segurança em hatches compactos à venda no Brasil. Foram escolhidos dez modelos das principais marcas nacionais -- alguns modelos foram analisados em mais de uma versão, chegando ao total de carros -- e, segundo a entidade, quem viaja no banco de trás está menos protegido do que quem vai à frente. Além disso, há uma menção negativa para o Ford Ka 1.0, apontado como o carro com pior sistema de retenção do cinto.
A lista de carros avaliados diz respeito ao principal filão do setor no país -- os hatches compactos correspondem a boa parte dos modelos mais vendidos mensalmente, segundo dados da Fenabrave -- e inclui: Volkswagen Gol (nas versões 1.0 Total Flex 4 portas, 1.0 Total Flex Rock in Rio 4 portas e 1.6 Total Flex Rallye 4 portas); Fiat Uno (1.0 Vivace Evo Flex 2 portas e 1.4 Evo Sporting 4 portas); Chevrolet Celta (1.0 Flexpower LS 2 portas e 4 portas); Ford Ka (1.0 Rocam e 1.6 Sport); Volkswagen Fox (1.0 Total Flex 2 portas e 1.6 Flex Prime I-Motion 4 portas); Ford Fiesta (1.0 Rocam e 1.6 Rocam); Chevrolet Corsa(1.4 Maxx 4 portas); Peugeot 207 (X-Line 4 portas e 1.6 16V XS Automatic 4 portas);Renault Clio (1.0 16V Hi Flex 2 portas e 4 portas); Citroën C3 (1.4 GLX e 1.6 GLX 16V Exclusive Automatique).


Há prós e contras na análise efetuada pela Proteste. O teste fornece informações extras ao consumidor, algo importante num país que não conta com programa oficial de segurança viária/automotiva; além disso, cria o hábito de se discutir segurança onde, até então, se dá mais importância a pacotes de estilo ou conforto (como rodas e rádio/CD player) do que a itens como ABS, airbag e congêneres.
O teste comprova, inclusive, algo que é conhecido na prática: quem paga mais, leva mais segurança (ainda que não peça). Versões mais caras, como aquelas especiais (por exemplo a da série Rock in Rio do gol), ou as mais bem equipadas (com câmbio automático, por exemplo) acabam tendo melhores sistemas de cinto de segurança, também.


Por outro lado, tanto o Proteste (que cada vez mais tem voltado sua atenção a diferentes itens de segurança automotiva) quando o Latin NCAP (que se consolida no país, após duas edições -- releia aqui o vexaminoso resultado da 2º Fase de testes com carros nacionais) são iniciativas privadas e de certa forma isoladas. Especialistas criticam os critérios utilizados nos testes de segurança, que muitas vezes se valem de padrões um tanto equivocados.
O teste em questão, por exemplo, elenca até três versões de um mesmo carro, enquanto esquece de outros modelos, que vendem tanto quanto e que poderiam enriquecer o resultado da avaliação. Uma das ausências é, por exemplo, a do Fiat Palio, eterno rival do VW Gol e terceiro colocado em vendas. A falta de critério para determinar quais carros pertencem à categoria analisada também acaba por alinhar modelos díspares em conteúdo e preço -- como Ford Ka e Citroën C3 --, ao mesmo tempo em que acaba impedindo a participação de outros -- é o caso do Renault Sandero, outra falta importante.


SEGURE-SE
A avaliação da Proteste comparou as diferenças entre cintos de segurança nos 20 carros elencados e concluiu que sistemas como o de limitação de carga (que previne lesões aos ocupantes decorrentes do uso do cinto em colisões severas) e de pré-tensionadores (que reduzem a folga do cinto durante o impacto) só estavam presentes nas peças dos bancos dianteiros, quando disponíveis.

O sistema de travamento, que regula automaticamente a tira do cinto ao corpo do usuário e bloqueia o cinto em situações adversas (com uma redução abrupta da velocidade), está presente em todos os modelos. 
Ford Ka 1.0, Ford Fiesta 1.0 e Fiat Uno Vivace 1.0 contam com cintos de segurança traseiros apenas com três pontos fixos, o que obriga o passageiro a regular manualmente o cinto e limita os movimentos. Os outros 17 veículos trazem retrator com regula automaticamente.
Com isso, o Ford Ka 1.0 foi avaliado como tendo o pior sistema de retenção. Por outro lado, Citroën C3 1.6 (versão Exclusive Automatique), Volkswagen Fox 1.6 (Prime com câmbio automatizado I-Motion) e Peugeot 207 1.6 (XS Automatic) apresentaram as melhores configurações do sistema de retenção veicular.
Além disso, estes três modelos (C3, Fox e 207) tiveram a menor variação na segurança de equipamento entre as versões básica e completa e foram ainda os carros mais bem colocados no teste dos cintos dianteiros. Fiat Uno e o Ford Fiesta tiveram amaior variação de configuração dos cintos entre a versão mais simples e a mais completa. 
PARA QUEM VAI ATRÁS
O Chevrolet Corsa (versão 1.4 Maxx) obteve o melhor índice de segurança para o banco traseiro, por ser o único modelo de todos os testados a oferecer cinto de segurança de três pontos para a posição central. Os outros modelos contam apenas com cinto de dois pontos (sub-abdominal). Além disso, o Corsa é o único a contar com central retrátil com três pontos de fixação.

Há um enorme porém: o Corsa está perto de ser aposentado pela GM do Brasil e já deixou até de figurar na lista de carros fabricados pela montadora no país, embora ainda siga à venda (enquanto durar o estoque, em estratégia similar ao ocorrido com os finados Vectra, Astra e Blazer).

E SE ENROSCAR?
O Proteste avaliou ainda a possibilidade do cinto de segurança ficar preso ou deixar de funcionar em condições ideais (por exemplo, com falha do sistema de retenção) pelo contato com componentes periféricos, como alavancas de freio de mão. Apenas o Renault Clio obteve avaliação ruim -- ao travar o cinto, o motorista pode se atrapalhar com o freio de mão.

Nenhum dos carros foram reprovados na avaliação de fixação da haste do fecho do cinto dianteiro. Em todos, a haste foi fixada na estrutura do banco, que é rígida e por isso oferece mais segurança em caso de impacto.


CADEIRINHAS DE BEBÊ
Na análise de compatibilidade do cinto de segurança traseiro com cadeiras apropriadas para transportar crianças, ficou comprovado que o Ford Ka não permite a instalação do bebê-conforto, por conta do comprimento reduzido da faixa que compõe o cinto traseiro.

Da mesma forma, Renault Clio, Chevrolet Celta e o Ford Ka 1.6 (Sport) têm cintos muito curtos e, por isso, insuficientes para dar segurança a motoristas obesos, colocando em risco a vida desses passageiros, segundo o Proteste.
Fonte: Portal UOL

quarta-feira, 28 de março de 2012

AUTOMOTIVO: Sai a lista dos 100 carros vendidos no mundo


Três duplas de nacionais populares estão na lista dos veículos mais vendidos do mundo em 2011

O site “gringo” Best Selling Cars Blog publicou, no ultimo sábado (24), uma curiosa lista com os 105 carros mais vendidos do mundo em 2011. Segundo o blog, o ranking foi elaborado com base nos números das próprias montadoras de veículos e de entidades ligadas à indústria automobilística de certos países e regiões. A Toyota já havia alardeado a notícia, e a lista confirmou: o sedã médio Corolla foi o modelo mais emplacado no planeta no ano passado, com um volume impressionante de 1.141.709 unidades. 

Toyota Corolla foi o carro mais vendido do mundo em 2011, com um impressionante total de 1,141 milhão

Embora o primeiro lugar do Corolla tenha não tenha “surpreendido”, o ranking do Best Selling Cars Blog reservou marcas interessantes, a começar pelo segundo lugar da lista. O médio Ford Focus – vendido nas configurações hatch, sedã e perua – foi o nº 2 mundial com 882.551 unidades entregues entre janeiro e dezembro de 2011. Já a terceira e a quarta colocações ficaram com a dupla Golf (864.452) e Polo (788.789), os dois campeões de vendas da Volkswagen ao redor do globo terrestre.

Volkswagen Gol apareceu em 24ª na lista do Best Selling Cars Blog, ajudado pelas vendas do sedã Voyage



Brasil é representado por Gol, Celta, Uno e Palio 

A lista do Best Selling Cars Blog também apontou modelos populares do mercado brasileiro entre os “best sellers” mundiais. O líder Volkswagen Gol apareceu na 24ª posição, amparado pelos emplacamentos da sua versão sedã, o Voyage. A dupla somou 479.135 unidades. Fiat Mille e Novo Uno, outra dupla bastante conhecida dos brasileiros, também consta na lista, na 54ª colocação com 297.234 modelos vendidos. Pouco mais à frente está mais um carro da italiana: o Palio, 63º com 260.279 unidades entregues. 


Fechando a participação dos populares nacionais aparece mais uma dupla, os Chevrolet Celta e Prisma. Na relação, os modelos da General Motors brasileira ficaram com a 77ª, garantida pelas 218.628 unidades negociadas. O ranking do Best Selling Cars Blog também traz muitos outros modelos vendidos no Brasil e que fizeram sucesso pelo mundo, entre eles Ford New Fiesta (5º, 767.465), Hyundai Elantra (6º, 751.967),Chevrolet Cruze (8º, 704.691), VW Jetta (10º, 695.159), Honda Civic (17º, 555.071), Toyota Hilux (22º, 490.000) e os Dacia/Renault Logan (44º, 352.424) e Sandero (59º, 282.045). 

Confira abaixo os 105 carros mais vendidos do mundo (em unidades), segundo a lista publicada pelo site Best Selling Cars Blog:

1) Toyota Corolla – 1.141.709 
2) Ford Focus – 882.551 
3) VW Golf – 864.452 
4) VW Polo – 788.789 
5) Ford Fiesta – 767.465 
6) Hyundai Elantra – 751.967 
7) Wuling Sunshine – 731.689 
8) Chevrolet Cruze – 704.691 
9) Ford F-Series – 698.319 
10) VW Jetta – 695.159 
11) VW Passat – 628.097 
12) Toyota Camry – 621.679 
13) Saipa Pride – 618.265 
14) Opel Corsa – 591.505 
15) Nissan Tiida/Versa – 568.319 
16) Toyota Yaris/Vios – 556.092 
17) Honda Civic – 555.071 
18) Suzuki Alto – 549.931 
19) Hyundai Accent – 541.519 
20) Honda CR-V – 530.000 
21) Hyundai Sonata – 499.168 
22) Toyota Hilux – 490.000 
23) Honda Accord – 488.000 
24) VW Gol/Voyage – 479.135 
25) Chevrolet Silverado – 468.977 
26) Renault Clio – 460.000 
27) Opel Astra – 457.957 
28) Hyundai Tucson/ix35 – 420.649 
29) Kia Cerato/Forte – 410.709 
30) Foton Forland – 403.000 
31) Suzuki Swift/Dzire – 399.446 
32) Honda Fit – 399.000 
33) Toyota RAV4 – 395.244 
34) Skoda Octavia – 389.000 
35) Buick Excelle – 388.657 
36) BMW 3 Series – 384.464 
37) Wuling Rongguang/Xingwang – 382.762 
38) Nissan Qashqai – 382.741 
39) Chevrolet Aveo – 373.888 
40) Mercedes C-Class – 371.382 
41) Toyota Prius – 367.627 
42) Chevrolet Spark – 362.377 
43) Changan Mini Bus – 354.000 
44) Dacia Logan – 352.424 
45) Mazda3 – 335.000 
46) BMW 5 Series/GT – 332.601 
47) Kia Sportage – 331.033 
48) Audi A4 – 326.427 
49) Ford Escape – 323.305 
50) Dodge RAM 1500-5500 – 310.368 
51) Suzuki Wagon R – 307.739 
52) Peugeot 405/Pars – 306.000 
53) VW Tiguan – 299.632 
54) Fiat Uno – 297.234 
55) Citroen C4 – 290.000 
56) Nissan Altima – 287.990 
57) Peugeot 207 – 285.000 
58) Fiat Punto – 282.188 
59) Dacia Sandero – 282.045 
60) Renault Megane – 281.575 
61) Ford Fusion – 279.699 
62) Skoda Fabia – 266.800 
63) Fiat Palio – 260.279 
64) Ford Transit – 254.403 
65) Nissan Micra – 254.294 
66) DongFeng Mini Bus – 253.000 
67) Citroen C3 – 252.000 
68) VW Lavida – 247.475 
69) Mecedes E-Class – 244.341 
70) Nissan Teana/Maxima – 241.233 
71) Hyundai i10 – 227.666 
72) Chevrolet Malibu – 225.101 
73) Honda City – 225.000 
74) Audi A6 – 221.805 
75) Kia Sorento – 220.783 
76) Nissan Sentra/Tsuru – 219.747 
77) Chevrolet Celta/Prisma – 218.628 
78) Kia Optima – 218.020 
79) Nissan Juke – 217.673 
80) Chevrolet Equinox – 215.743 
81) Toyota Highlander – 215.692 
82) Kia Picanto – 213.250 
83) FAW Xiali N3/N5 – 207.000 
84) Peugeot 308 – 204.000 
85) GMC Sierra – 202.965 
86) Hyundai i30 – 201.648 
87) Chevrolet Sail – 200.946 
88) Mini Cooper – 196.024 
89) Fiat Panda – 191.365 
90) Fiat 500 – 190.969 
91) Hyundai Santa Fe – 190.866 
92) BYD F3 – 190.000 
93) Kia Rio/Pride – 187.717 
94) Renault Kangoo – 187.284 
95) Seat Ibiza – 183.889 
96) Kia Soul – 180.109 
97) Hyundai i20 – 179.863 
98) Chevrolet Impala – 179.817 
99) Dacia Duster – 179.520 
100) Ford Mondeo – 178.134 
101) Toyota Avanza – 177.228 
102) Mazda6 – 177.000 
103) BMW 1 Series – 176.418 
104) Nissan Livina – 175.760 
105) Peugeot 206 – 175.000 


quinta-feira, 22 de março de 2012

AUTOMOTIVO: Kombi deixará de ser produzida

O MODELO ATUAL DA KOMBI: CARRO FOI LANÇADO NO BRASIL EM 1950 E POUCO MUDOU DESDE ENTÃO (FOTO: DIVULGAÇÃO) 

Depois de 62 anos como um dos veículos mais vendidos no Brasil, a Kombi deixará de ser comercializada a partir de 2014. Nos últimos anos, a perua ficou parada no tempo. 

A Volkswagen, fabricante do veículo, que hoje é produzido apenas por aqui, não conseguiu encontrar uma solução para modernizá-la e equipá-la com air bag e freios ABS. Daqui a dois anos, segundo legislação aprovada em 2009, todos os carros produzidos no Brasil deverão sair da fábrica com esses dois itens. 

KOMBI - MODELO DE 1976 


Não faltaram esforços para evitar a morte dessa sessentona. Em 2010 a Volks designou um alemão, Dietmar Schmitz, diretor de desenvolvimento de veículos comerciais que trabalhava na sede da empresa, em Wolfsburg, na Alemanha, para achar um meio de colocar os freios ABS e o air bag na Kombi. 

Ele mesmo disse que esse era um dos pedidos mais estranhos de toda sua carreira de engenheiro. Estranho e difícil, já que Schmitz não foi bem sucedido nessa tarefa. Um de seus desafios era achar um espaço no eixo dianteiro do carro para colocar os sensores que enviam a um computador central a mensagem para abrir o air bag em caso de colisão. Nada feito.

MODELOS APRESENTADOS EM 1975 

A Volkswagen, porém, diz que “não há nenhuma definição sobre o assunto e que a Kombi continua a ser produzida normalmente”. Época NEGÓCIOS ouviu fontes próximas a empresa e consultores que confirmam o fim da Kombi a partir de 2014. 



Essa não é a primeira vez que a Kombi, que começou a ser vendida no Brasil em 1950 e fabricada aqui sete anos depois, se vê num impasse tecnológico. Em 1997, por conta de uma nova legislação ambiental, a perua ganhou injeção eletrônica, em substituição ao carburador. Era o único carro brasileiro que ainda contava com esse tipo de equipamento. Nove anos mais tarde, em 2006, deixou de ter motor refrigerado a ar – foi o último modelo produzido no mundo dessa forma – para ter a refrigeração à água. Essa é uma forma mais moderna e mais potente de evitar o aquecimento do motor.

A VELHA KOMBI, MODELO SAIA E BLUSA, VISTA DE FRENTE  

A palavra Kombi vem do alemão Kombinationfarhzeug, que significa veículo de uso combinado. Esse nome é usado apenas no Brasil e no México (lá a palavra se escreve com C, Combi). Em Portugal, a perua é chamada de Pão de Forma. Na Alemanha, é Bulli. Nos Estados Unidos, Bus; e, na Polônia, Papuga. 


Desde 1996, o Brasil é o único produtor de Kombi do mundo. Atualmente, o veículo é exportado apenas para a Inglaterra. Desde 2000, uma empresa compra de 100 a 200 unidades do veículo para transformá-los em motorhome, conhecido por aqui como trailer. Em fevereiro deste ano, segundo dados da Fenabrave, a federação nacional da distribuição de veículos automotores, a perua da Volks foi o quarto utilitário mais vendido no país e o sétimo mais vendido no ranking que também contabiliza veículos de passeio. 

segunda-feira, 19 de março de 2012

AUTOMOTIVO: Ford apresenta os detalhes do novo Ecosport


Fabio Aro
Faróis e grade do novo EcoSport foram inspirados no Ford Territory australiano
O ano começou agitado na Ford. A marca reuniu a imprensa em Brasília (DF) para apresentar sua grande atração de 2012: a geração global do EcoSport. A data não foi escolhida à toa, pois coincidia com a primeira aparição pública do modelo, no Salão de Nova Délhi, na Índia, onde o jipinho também será vendido em breve. Menos de uma semana depois, numa manhã chuvosa, era nossa vez de conhecer o Ecomais intimamente. E agora revelamos todos os detalhes que a Ford não contou na coletiva.

Mesmo depois de apresentado ao mundo, o protótipo do Eco está guardado a sete chaves. Nosso encontro ocorreu numa ala da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), onde o modelo estava coberto por três capas no momento em que chegamos. Ao retirar as coberturas, a surpresa. Eu já havia visto o jipinho em fotos, mas ao vivo a impressão é ainda melhor. E olha que estamos diante da versão final, basicamente. “Apenas os faróis terão desenho interno mais simples, sem o uso de leds como no conceito”, afirma João Marcos Ramos, designer-chefe do estúdio brasileiro da Ford. 

Em relação ao modelo que deixa de ser produzido em fevereiro, o novo EcoSportchama atenção pelo aspecto bem mais agressivo. A dianteira com o “bocão” de filetes cromados e os faróis estreitos chega a lembrar a do Land Rover Range Rover Evoque. Também se destacam as laterais com “ombros” bem definidos e a coluna traseira preta, que faz o vidro lateral parecer integrado ao traseiro.

Fabio Aro
O novo Eco parece maior nas fotos do que realmente é. Na fita métrica, o conceito revelou medidas próximas às do modelo original
Aliás, a coluna “oculta” é um recurso que faz ligação com a primeira geração do jipinho, assim como o estepe na tampa traseira, que gerou polêmica durante o projeto. O chefe global de design do grupo Ford, J. Mays, defendia que o pneu sobressalente exposto era uma solução antiquada, mas a voz do povo venceu a disputa: o estepe externo foi mantido depois que as clínicas com consumidores brasileiros apontaram que o item era fundamental para dar “identidade off-road” ao carro. 

Por falar em clínicas, o designer Marcos Ramos revela que o EcoSportfoi o modelo mais bem avaliado da história da Ford nesse tipo de pesquisa com potenciais clientes. Sem dúvida, um motivo de orgulho para os 83 designers do estúdio de Camaçari (BA). A fábrica baiana, inclusive, terá a primazia de produzir o novo EcoSport, antes do restante do mundo.

Ford
Luz de ré do conceito é única e fica em posição baixa
Ainda sobre a questão do estepe, como ficou a segurança nos crash tests? Segundo a Ford, o Eco global atende a todos os requisitos dos testes de impacto internacionais, ou seja, a marca garante que o estepe saliente não será problema em caso de colisão traseira. E a segurança do modelo também virá dos novos equipamentos: assim como o New Fiesta, do qual herda a plataforma, o EcoSport terá freios ABS e até sete airbags nas versões mais caras, sem falar do ESP. Outro recurso vindo do New Fiesta será o sistema Sync de entretenimento, que “conversa” com celulares e traz entrada para iPod.

O mocape dessas fotos ainda não tem interior – é um modelo feito de uma espécie de isopor industrial, bastante rígido. Mas espere algo na linha do B-Max europeu, a versão minivan do New Fiesta, tanto no painel quanto no desenho das laterais de portas. “O painel traz elementos do Fiesta, mas tem personalidade própria”, antecipa Ramos. Outro cuidado especial do projeto se refere ao acabamento, o principal ponto fraco da primeira geração do Eco. “A qualidade de construção dará um grande salto”, diz outra fonte da marca.

Fabio Aro
Faróis terão parte interna mais simples, sem os leds do protótipo das fotos
A Ford não revelou nada sobre dimensões, mas aproveitamos a sessão de fotos para, discretamente, tirar as medidas do novo Eco. E o que constatamos foi que o porte em geral será muito próximo ao do modelo anterior: o entre-eixos manteve os 2,49 m, enquanto a largura aumentou para 1,75 m (contra 1,73 m) e a altura baixou de 1,68 m para 1,65 m (com rack), o que evidencia o aspecto mais esportivo da nova geração. 

Curiosamente, o comprimento também se revelou menor (4,17 m contra 4,23 m), mas pode ser que o protótipo não tenha exatamente a mesma proporção do carro de produção. Portanto, é algo que vamos ter de esperar para confirmar na ocasião do lançamento. O que podemos adiantar é que as rodas do conceito são aro 17, com pneus Michelin 205/55 R17.

Fabio Aro
Abertura do porta-malas fica embutida na lanterna. Tampa manterá abertura lateral para a esquerda
O lançamento está previsto para junho, logo após o da nova Ranger, marcado para maio. O jipinho chegará com motores flex 1.6 16V Sigma (115 cv) e 2.0 16V Duratec (148 cv) – o propulsor 1.0 Ecoboost, que será usado em alguns mercados, sofreria aqui com a má impressão deixada pelo 1.0 Supercharger dos primeiros EcoSport, conta um informante da Ford. As versões de acabamento são conhecidas: XLS (1.6) e XLT (1.6 e 2.0), além da 4WD, com tração integral. Diferentemente dos modelos de tração dianteira (com suspensão por eixo de torção na traseira), os 4x4 terão suspensão multibraço atrás. As versões automáticas (somente 2.0) deverão usar o mesmo câmbio de quatro marchas do modelo atual, pois a Ford ainda não teve tempo de desenvolver a transmissão Powershift de seis velocidades e dupla embreagem para o novo EcoSport brasileiro.

Fabio Aro
Interior seguirá o conceito do B-Max (foto), versão minivan do Fiesta na Europa
Ainda é cedo para falar sobre preços, mas pesquisas com concessionários e fontes ligadas à Ford indicam valores a partir de R$ 55 mil, logo acima da versão completa do New Fiesta – e mais caro que o principal concorrente,Renault Duster. Já o Eco topo de linha deve beirar os R$ 80 mil, entrando na briga com rivais importados como Honda CR-VHyundai ix35 e Kia Sportage. Se depender do design e da promessa de construção esmerada, o novo EcoSport tem tudo para seguir a trilha de sucesso do antecessor. É só não salgar demais a conta.